“Não posso dar garantias. Quero que falem diante dos jogadores porque eu não vou ser fiador dos dirigentes. Após a conversa, tiramos conclusões e faremos o melhor para todos”, declarou Marchi. Só que esse impasse acerca da falta de garantias, o plantel do Quilmes não treinou na manhã desta segunda-feira, dia 8.
Além disso, Marchi ressaltou a falta de respostas do Estado e da polícia, bem como os ânimos atuais do barras. “Parece que um grupo minúsculo está ganhando a briga diante daqueles que querem ver o futebol em paz. Há um grupo anarquista que quer fazer o que se é cantado. Isso é algo que padecemos há muito tempo. Há um grande problema de educação”, concluiu o secretário-geral.
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