A noite não era de Juan Román Riquelme. Logo nos primeiros minutos do primeiro tempo, o jogador pediu uma substituição por sentir uma lesão no tendão de Aquiles da perna direita, mesma lesão que sentiu durante as praticas durante a semana. Contudo, Borghi decidiu por mantê-lo dentro das quatro linhas para nada fazer. Apático, Román jogou o seu pior superclássico de todos os tempos
Riquelme sentiu tal lesão no decorrer da semana passada, logo após a primeira partida, contra o Argentinos Juniors (derrota por 2×0, mas que lhe rendeu uma presença na Seleção da Rodada do FP). Hoje, o jogador chegou a pedir a sua saída em duas oportunidades, ambas negadas pela comissão técnica, comandada por Claudio Borghi. O jogador só deixou o gramado no intervalo, quando Chávez, que vinha aquecendo desde os 10 minutos de jogo, entrou em seu lugar.
Riquelme sequer andava em campo. Parecia que tinha apenas uma perna e não conseguia jogar. Tentava, mas sequer conseguia correr. O jogador foi o reflexo do Boca Juniors durante toda a partida: apático, sem velocidade e sem criação. O pior jogo não só do clube em superclássicos (não só pelo resultado, mas também pelo nível dos jogadores) mas também de Riquelme. Um jogo para se esquecer.
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