Quando a situação do Huracán parecia a pior possível, o treinador Miguel Brindisi disse à imprensa que o remédio era trabalhar e usar jogadores das categorias de base do clube. E quando o Globo adentrou à cancha de Parque Patrícios para o clássico de domingo com 7 jogadores revelados pelo clube, ficou claro que ele havia falado sério.
Para a torcida, o sentimento era contraditório. De um lado, a tradição do clube de formar bons jogadores, que remontava à mítica equipe de 1973, cheia de garotos talentosos, incluindo o próprio Brindisi e o atual presidente do clube, Carlos Babington, que eram os cérebros daquela equipe, apesar de terem 23 e 24 anos, respectivamente. De outro, o medo de que uma derrota num clássico em momento tão difícil pudesse comprometer o futuro dos jovens atletas do clube.
E os garotos não decepcionaram. O 3 a 0 deu nova vida ao Huracán no torneio. Pelo placar, pela vitória em casa no clássico (que não acontecia desde 2001) e acima de tudo pela perspectiva de que dias melhores podem estar a caminho de Parque Patrícios. Battaglia, Soplán, Bottaro e Lemos foram a cara da grande vitória de ontem.
Depois de anos nas categorias de base do clube, como se sentiriam esses garotos ao finalmente chegar à titularidade e de cara ter uma vitória tão marcante no jogo mais importante do torneio? Para Battaglia, a resposta é simples: “não quero acordar”.
E a comemoração? Segundo o jovem volante, os jogadores cantaram sem parar “Um minuto de silêncio para o corvo que está moooorto!”. Essa empolgação é a esperança da torcida do Globo para o restante da temporada.
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