Conforme já se suspeitava, a fórmula da “superliga” foi apenas uma cortina de fumaça. Na próxima terça-feira Julio Grondona apresentará sua proposta de mudança do campeonato argentino. E as transformações não seriam nada profundas.
A proposta de Grondona teria basicamente duas mudanças na estrutura atual dos torneios domésticos: o número de equipes subiria de 20 para 22 (mediante o ascenso de 4 equipes da B e o descenso de apenas 2 da A na primeira temporada) e o fim da Promoción, com o descenso das 3 piores equipes. Os torneios curtos (Apertura e Clausura) seriam mantidos, bem como o controvertido sistema de promédios para o rebaixamento.
No fim das contas o que fica claro é que a proposta apresentada na última terça feira nada mais foi do que uma tacada política do presidente da AFA. Foi lançado para ser atacado por todos os lados, abrindo espaço para que Grondona aparecesse com uma nova fórmula, mais racional e menos mirabolante que a anteriormente apresentada. E dada a subserviência dos clubes ao Poderoso Chefão, é muito provável que o “novo sistema” (que tem muito pouco de novo) seja implantado em breve.
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melhor assim.