Em entrevista dada ontem, Juan Román Riquelme fez várias declarações potencialmente polêmicas, inclusive em direção a Julio Cesar Falcioni. No entanto, o treinador preferiu não polemizar, disse desconhecer as declarações de sua estrela e lembrou a ótima sequência de sua equipe.
Ao comentar as vitórias nos superclássicos contra o River, Riquelme respondeu de forma surpreendente. Atribuiu as vitórias à sorte e criticou a defesa xeneize: “Algum dia essa sorte vai acabar. É muito raro que Cavenaghi erre um gol daqueles. Nos defendemos muito mal”, disse El Diez.
Mas a parte mais comentada da entrevista se deu quando Riquelme falou de seu papel como jogador: “Quando um treinador me coloca em campo, não digo a ele ‘vou jogar 70 ou 90 minutos’. Sou jogador. Há oito meses atrás Falcioni me colocou para correr feito um idiota”, se referindo à partida contra o All Boys, quando não foi relacionado e treinou em separado dos companheiros.
A resposta de Falcioni foi lacônica, mas sem deixar de cutucar os críticos, incluindo sua própria estrela: “Não vi nada, não escutei nada, não sei o que ele disse, pois estava no avião. Não opino sobre a opinião de jogadores, de rivais ou de jornalistas. Só sei que fomos campeões invictos e não perdemos há 28 jogos”.
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Tipico do jornal "Olé" tentar criar crise onde não existe
Típico do jornal Olé encher a bola do River. Tentando criar crise no Boca, ou inflando jogadores inenarravelmente ruins como Ponzio, Chori Domínguez e Fabbiani, exaltando a gestão Aguilar até o momento do rebaixamento, daí se apresentando com aquela conversa bandida de "eu já sabia".
Rola um boato de que o ex-presidente gallina - hoje na FIFA!!! - pagava para que falassem bem dele. Secado o propinoduto, as denúncias começaram a pipocar... :/
Se o Riquelme quisesse detonar o Falcioni, o teria feito em julho, na pré-temporada. Mas, mesmo sem jogar, demonstrou apego ao elenco na campanha do Apertura. Ao contrário de Palermo, eterno alcaguete da imprensa marrom.
Depois as bonecas da grande mídia reclamam da briga entre o governo e o Grupo Clarín. É claro que há motivações políticas, mas, por vias tortas, o lado dos jornalões está perdendo força.